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Conheça o Autor Thiago d’Evecque

Olá leitores!

Hoje é dia de Literatura Nacional e vamos conhecer mais sobre o Thiago d’Evecque!

Entrevista com Thiago d'Evecque

Confira a sinopse do livro do Thiago:

“Limbo”

"O Limbo é para onde todas as almas vão após a morte. Além de humanos, deuses esquecidos e espíritos lendários também vagam pelo plano. Muitas almas sabem exatamente onde estão e por que; a maioria, entretanto, ainda tem a impressão de estar viva. A morte é um hábito difícil de se acostumar. Um dos espíritos residentes no Limbo acorda sem nenhuma lembrança de sua identidade. Ele descobre que a Terra está prestes a ser destruída pelos próprios humanos e fica encarregado de enviar doze almas heroicas de volta. Elas reencarnarão no plano dos homens e tentarão reverter o quadro apocalíptico. Contudo, poucas almas encaram o retorno com bons olhos. O espírito deve, então, forçá-las. Armado, de preferência. Assim, resolve visitar um velho amigo: Azazel, anjo ferreiro e primeiro escolhido da lista. O espírito descobre mais sobre quem realmente é, ouve uma versão completamente diferente sobre a rebelião dos anjos e é presenteado com uma surpresa de péssimo gosto.
LIMBO mistura elementos e referências de videogames, RPGs, HQs, animes, mangás, filmes, séries e livros. De Lovecraft a Final Fantasy, é uma homenagem às influências que marcaram o autor."

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Não é linda demais esta capa?! Dá só uma olhada no booktrailer do livro:

Gostou? Confira a entrevista super bacana que o Thiago cedeu ao blog e no final tem surpresa para os leitores!

1) Como começou o seu interesse pelo fantástico mundo da escrita?

"Esse interesse fantástico começou com a literatura fantástica. Sou leitor desde bem novo e comecei com gibis, uma paixão até hoje. Lia muito Recruta Zero, Conan, Turma da Mônica, Menino Maluquinho, os títulos da Disney, como Mickey, Pato Donald e Zé Carioca, os títulos da Marvel e da DC. Minha mãe sempre incentivou esse hábito e era uma alegria imensa quando ela voltava do trabalho com um gibi novo. Nessa época, eu gostava muito de desenhar, e fazia histórias em quadrinhos de ninjas e outros contos cheios de sangue e ação.Na adolescência conheci a fantasia e surgiu a vontade de escrever. Eu diria que o principal culpado desse hábito terrível foi Terry Pratchett, autor de Discworld e várias outras obras. A crítica disfarçada com humor, a sagacidade em transportar para a fantasia os problemas do nosso mundo e as situações surreais encaixaram-se perfeitamente na minha personalidade em formação. Foi um caso de amor pra vida toda. Ainda na adolescência conheci Holy Avenger, HQ nacional de fantasia, e todo o cenário de RPG: Tormenta, D&D, Arcanum, 3D&T, e por aí vai. Isso me influenciou e muito para escrever. Depois conheci Douglas Adams, Bernard Cornwell, André Vianco, Marcelo Hipólito e muitos outros, que contribuíram para formar meu paladar literário. Só fui escrever, entretanto, anos depois. A ideia de completar um livro era algo que eu não compreendia muito bem, uma atividade reservada para poucos indivíduos com inspirações divinas. Aí eu descobri que a inspiração não tem nada a ver com a escrita."

2) Quais são seus livros favoritos?

"Lúcifer, o Primeiro Anjo, como falei antes, qualquer volume de Discworld, mas Pequenos Deuses é um dos favoritos, O Guia do Mochileiro das Galáxias, Ardil-22, de Joseph Heller, Crônicas Saxônicas e as crônicas de Artur, do Cornwell, séries O Imperador e O Conquistador, de Conn Iggulden, Holy Avenger, do Cassaro e outros, Shibumi, do Trevanian, O Mundo Assombrado por Demônios, do Carl Sagan. A lista é longa. Não consigo levar apenas um livro para uma ilha deserta, a não ser O Manual Para Inúteis Construírem Barcos Com Pouquíssimos Recursos."

3) Quais os livros que você já escreveu?

"Somente Limbo, por enquanto, e alguns minicontos para o Brasil em Prosa."

4) Quais conselhos você daria para aqueles que também gostariam de iniciar no mundo da escrita?

"Escrevam o livro que gostariam de ler. Pare de escrever para impressionar os outros. Escreva o livro que gostaria de ler. O escritor iniciante, assim como eu, e provavelmente os mais experientes também, estão sempre assolados pela dúvida quanto à própria capacidade. Então precisamos aprender, ou lembrar, de nos divertirmos no processo de escrita. Se você escreve para tentar aproveitar a explosão de algum nicho literário recente ou para tentar agradar determinado grupo, acho que está indo em uma viagem bem sofrida. É impossível prever a reação de um leitor. Sabe aquele cara do Youtube que vota negativo no vídeo um bebezinho rindo? Você nunca vai mudar a opinião dele, e nem precisa tentar. Não se concentre no que está fora de seu controle. Concentre-se na sua escrita. Todas as histórias já foram contadas, mas o mundo ainda não viu a sua versão. E a sua versão, só você pode contar. É a única que falta. É a única que importa."

5) Quantos livros você leu no último ano?

"Não faço ideia. Uns 100, 120? Provavelmente 2014 foi o ano em que mais li."

6) Quais são as suas inspirações literárias?

"Terry Pratchett, sem dúvidas é a maior delas. Se eu puder fazer alguém deixar de ler Limbo para ler qualquer Discworld, eu faço. Mas depois volte pra mim, por favor! Talvez a principal lição de Pratchett foi a de não me levar a sério. Ele me estragou um pouco para outros autores, que consideram a própria obra algo influente e relevante em um nível meio obsessivo. Douglas Adams é outro que está bem ao lado de Pratchett no meu pódio. O Guia do Mochileiro das Galáxias é uma obra perfeita (sim, eu gosto dos cinco). O humor, as metáforas, os conceitos absurdos… só de falar, dá vontade de reler. Bernard Cornwell, acredito, também me influenciou a escrever cenas de ação. Limbo não tem guerras, mas tem MUITA luta. Pode ser apenas uma sensação, sabe? Eu digo esses autores, mas não sei exatamente o que me influencia na escrita. Sabemos o que nos inspira, claro, mas bebemos de tantas fontes inconscientemente que nos tornamos uma colcha de retalhos maior do que imaginamos. Marcelo Hipólito, com um livro, conseguiu ser uma inspiração eterna. Lúcifer – O Primeiro Anjo, uma ficção fantástica baseada na mitologia bíblica, é um dos meus livros favoritos de todos os tempos. Limbo não existiria sem Hipólito. No final do livro eu falo um pouco sobre como usei e adaptei as criações do Lúcifer. Além disso, RPGs e videogames, de uma forma geral, fazem uma parte fundamental da minha personalidade. Algumas pessoas torcem o nariz pra séries, filmes e games porque os consideram uma forma artística, digamos, emburrecedora. Essas pessoas não sabem que séries, filmes e games também são escritos? Games, principalmente, contêm MUITO mais palavras do que um livro, fazendo uma comparação boba. E quando você analisa a estrutura narrativa dessas outras mídias, o aprendizado é incrível. Games e RPGs são meus pulmões, por assim dizer, no corpo literário."

7) Qual foi a sensação de publicar um livro?

"Nada demais. Publicar pra mim é só uma burocracia, um meio de chegar aos leitores. O legal mesmo é terminar de escrever, chegar ao final do seu livro, editá-lo e deixá-lo pronto para os leitores. Essa sensação de completude e dever cumprido é indescritível. Escrever é uma expressão artística maravilhosa. É sério. Mas é só um livro, sabe? O mundo continua girando. A melhor sensação, na minha opinião, é poder conversar com os outros sobre sua obra, sobre as partes que o leitor mais gostou, sobre as referências que ele pegou no livro. Acho que isso parece um pouco egocêntrico, desejar esse retorno, mas todos escrevemos para ser lidos, certo? Ou tem algum esquema que eu não tô sabendo? Hahaha."

8) Quais são as maiores dificuldades em escrever um livro?

"Sem dúvida é sentar a bunda na cadeira, dia após dia, e escrever, não importa a qualidade do resultado. Escritores escrevem. Essa parte, compreender que escrever um livro não tem nada a ver com criatividade ou inspiração, mas perseverança, é bem difícil. É muito simples ficar com a história na cabeça e esperar o relâmpago divino da epifania te atingir para só então começar a escrever. Mas o que deve ser feito é encarar a página em branco todos os dias e escrever o primeiro rascunho até o fim, porque o primeiro rascunho nunca será uma obra-prima, apenas o esqueleto. Depois você adiciona músculos. Isso, pra mim, é o mais complicado."

9) E as maiores motivações?

"A primeira é poder ver sua história completa, do início ao fim, recheada com um gostoso meio. O sanduíche literário delicioso do seu próprio livro! Isso já é uma grande recompensa. A segunda é o retorno dos leitores. Uma leitora pediu para eu escrever mais contos! Como pode? Isso é inconcebível. Eu entro na mente de uma pessoa, coloco minhas palavras na cabeça dela, ela gasta seu tempo parada, absorvendo esse conteúdo, e depois pede mais? É uma recompensa maravilhosa."

10) Alguma previsão para o lançamento de novas histórias?

"Em breve, espero. Sou um leitor ávido e gosto tanto de ler quanto de escrever. E acredito que é impossível ser um bom escritor sem ler compulsivamente sobre temas variados. Então quando eu conseguir parar de ler como um maníaco, pretendo escrever outro livro. Estou pensando em escrever um livro de contos sobre o Limbo, gratuito, para os leitores que querem conhecer o mundo dessa obra. "

O que acharam das respostas? Eu adorei! Super bacana a participação do Thiago aqui no blog!

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Sobre Carina Pilar

Sou Carina Pilar e tenho uma grande paixão: o mundo literário! Juntando com outra paixão: a blogosfera. A vontade de escrever e interagir com outros leitores e escritores fez com que eu criasse este blog. O que temos em comum? Uma fascinação pelo mundo de fantasia e ficção científica. A busca constante por lançamentos e promoções para aumentar a nossa lista de leitura. E o mais importante, que não pode faltar, a possibilidade de interagir com outros amantes da literatura!

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  • Guilherme

    Oi!
    Adorei a capa do livro dele tem uma sinopse muito bacana. Pelo jeito ele é bem simpatica, gostei da entrevista!
    Abraço!
    Leitura Fora De Série

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